Aproveitamento de papel 66×96 [designers gráficos]

Todo impresso que pegamos e/ou compramos, assim como a maioria das revistas, panfletos, folders, encartes de jornal, convites, cartão de visitas, enfim, impressos em geral respeitam a mesma regra a seguir: aproveitamento de papel. Todo designer ou profissional criativo da área deve cuidar disto antes de criar qualquer peça impressa.

As folhas (com a excessão dos papéis importados, formatos diferenciados e jornais) independente do papel (couchê, offset, brilho, fosco, etc) chegam às gráficas no formato padrão que é de 66cm por 96cm. O aproveitamento nada mais é o encaixe do seu material neste espaço com a menor perda possível. Quanto mais cópias couberem com a menor perda de papel, mais barato fica e todos saem ganhando.

Outro detalhe importante, a impressora nas gráficas, assim como sua impressora caseira, não imprime a sua “mancha” até a borda do papel (termo técnico: sangrado), nem imprime próximo – mesmo que não seja sangrado.

Mancha de Impressão:

A mancha é exatamente a área que será sua peça, a área da arte, da impressão, a parte interna, onde ela vai ser cortada e aproveitada. Geralmente temos uma margem de 1,5cm em volta que fica reservada para a sangra. E  deve ser considerada.

A Sangra:

Sangra é a área que comporta impressão ou não,  contínua saindo da área da mancha até 0,5cm – ou mais – para fora. Área esta que vai ser descartada no corte, mas fundamental para o acabamento.

Como definir o tamanho do meu material?

Ok, como vou ficar calculando essa loucura toda? Simples: você pode buscar alguns formatos padrões como o que coloco abaixo e trabalhar próximo à eles (como referência). O cálculo minuscioso é feito pela gráfica no momento em que solicitamos o orçamento.

Bem, a tabela é o que exemplifica o que está descrito acima.

Imagem retirada do site [+info]

LPM/design

Seus arquivos em qualquer lugar do mundo – Dropbox

Veja aqui como ter seus arquivos em qualquer lugar do mundo. Com a instalação do Dropbox (free) tens 2 opções (e muitos outros recursos).

Site Dropbox.com - Assista o vídeo, baixe o programa e instale ou faça o login se fores membro

A primeira opção é se cadastrar e instalar o Dropbox no seu computador pessoal. Depois instale o programa no computador do trabalho. O que acontece é que você vai ter uma pasta chamada “dropbox” no seu computador pessoal e uma pasta exatamente idêntica na web E no seu computador do trabalho. Isso ocorre automaticamente. Basta você alterar a pasta e o processo de sincronização começa sem que você precise fazer nada.

Na segunda opção, o que é indicado para quem trabalha em computadores públicos ou não deseja deixar à disposição seus arquivos pessoais é similar. Inscreva-se e instale o Dropbox no seu computador pessoal e pronto. Simples assim você pode acessar os arquivos entrando no site e fazendo o login. Lá estarão seus arquivos para baixar ou para adicionar mais arquivos.

O serviço ainda conta com 2 outras pastas. Uma é a “Public” que tudo que é colocado lá dentro, existe a possibilidade de copiares um link público. Isto serve quando necessitares envia um dos seus arquivos para terceiros. Basta enviar este link que a pessoa vai baixar sem ver o conteúdo de sua pasta, de forma segura. Basta clicar com o botão direito em cima do arquivo e escolher a opção “copy public link” e pronto. Agora basta você colar no email, msn, twitter, etc.

Menu do clique com botâo direito

Opção link público para compatilhar o download do arquivo

A outra pasta é a Photo. Esta serve para que você coloque pastas com imagens que vão virar álbuns. O processo é o mesmo. Basta clicar com o botão direito em cima do arquivo e escolher a opção “copy public gallery link” e pronto. Agora basta você colar no email, msn, twitter, etc.

O mesmo sistema para pasta de fotos

O grande detalhe, o mais importante, é que aparece um pequeno ícone ao lado de cada pasta e arquivo. O ícone com uma setas girando significa que o upload (a sincronização) está sendo feita, e que apenas a pasta do seu computador está pronta, mas  da web está incompleta. Quando você ligar o seu computador no trabalho, o processo vai ser mesmo, só que ele vai estar baixando (download) os arquivos e que apenas os da web estão completos. Quando parar com um sinal verde (um ícone de OK) significa que está tudo pronto. Um ícone do dropbox aparecerá na sua tela principal. No Mac ficará no topo (barra de menus) e nos PC ficará na barra bem abaixo, ambos próximo ao relógio.

Você pode utilizar 2GB gratuitos ou pagar por mais espaço mensalmente. Se completares alguns passos, ganharás um poco mais espaço como brinde (no caso do gratuito).

Bem, agora chegou a hora de você explorar melhor o que o serviço tem de melhor.

VEJA O VÍDEO ABAIXO:

Espanhol:

 

Inglês:

Espero que gostem.

Site Dropbox [aqui]

LPM/design

Fonte, como escolher uma bacana no meu computador? [ferramenta]

Aqui segue um site genial descoberto por um colega.

Um dos maiores problemas para os designers sempre foi a escolha da fonte adequada para certo trabalho. Nesta hora (principalmente para usuários Mac) é um pavor achar uma fonte bacana no próprio computador. Ficamos dependentes do conhecimento e memória fotográfica (ou fontográfica – com o perdão do trocadilho) do usuário. Ainda pior: era mais fácil procurar uma fonte na internet (que os sites como daFont.com, que possuem uma visualização super dinâmica), testá-las online, baixar e instalar elas. Pode?

Seus problemas acabaram. A solução mais uma vez está online no site wordmark. Você digita no topo uma palavra como modelo e ele mostra em blocos a palavra com as fontes do teu próprio sistema. Os computadores deveríam vir com uma ferramenta simples que preenchesse esta lacuna. O problema é que eles sempre querem que os programas façam muito mais, e acabam perdendo o dinamismo e simplicidade da ferramenta.

Testem e tirem suas próprias conclusões.

Att,

LPM/design

Precisa de um tipo de letra? Precisa de uma fonte?

Julian Hensen – Designer

Segue um trabalho bem interessante que recebi de um colega de trabalho por email. Para a difícil e deliciosa escolha de um tipo de letra ao se começar um trabalho, tendão de aquiles para muitos designers. Mas vasculhando na internet encontrei este link [AQUI] para conhecer mais sobre a designer e seu trabalho.

Curtam pois eu vou lá estudar um pouco sobre ela agora mesmo…



{Aqui um exemplo pra escolhada fonte de um poster}

Aproveitem.

Abraços.

LPM/designer

Whitespaces / Espaço em branco – entenda porque

Material da Apple sempre usa com muita propriedade os espaços em branco

Muitas vezes nos deparamos com situações (quem trabalha na arte e criação) com a grande vontade de resumir ao máximo o conteúdo e deixar o máximo de áreas em branco nos materiais. Isso é tão comum que começou a ironicamente ser chamado de “branco criativo”.

Na verdade este costume tem um significado, e não é por menos. Para muitos designers, tudo que não contribui em nada ou (se) caso descartado não fizer falta, deve ser descartado com certeza.

O espaço em branco dá leveza, clareza, é agradável. Mas nem sempre é possível utilizá-lo. Um exemplo bem grosseiro, se me permitam, é das páginas de classificados. Uma poluição visual. Todavia a quantidade de informação por centímetro quadrado é grande, e neste caso é o que se procura quando lá estamos.

Mas nosso foco é o extremo oposto. Quantas vezes tentamos criar materiais leves com grandes “áreas de respiro” (outro termo técnico bem usual) e que o cliente achou que dá pra inserir alí um texto que ele escreveu, ou uma promoção? Ou ainda cogitou em fazer um anúncio, folder ou flash menor para pagar menos (já que está sobrando espaço)? Inúmeras vezes.

O interessante é que todo designer profissional, invariavelmente, já traz na sua bagagem esta informação intrínseca. Nem sempre ele sabe explicar tão bem o porque gosta de usar, mas sabe como e se esforça para o mesmo. Por exemplo: um grande  espaço em branco traz a atenção para as poucas coisas que ali se encontram. imagine uma página inteira de um jornal com um feijão próximo ao centro? Você vai olhar diretamente para o feijão. Agora encha a página deles (feijões) – resultado: um amontoado de grãos que nem sei qual deles você olhou.

Esta é mais ou menos a lógica dos espaços em branco. Para ler uma matéria bem elaborada que pode explicar um pouco mais com bons exemplos, vá ao post descoberto pela Graphic River (traduzido pelo google) [+info] e acompanhe na integra. Vale muito a pena.

Fonte/Source: [+info]

Abraços.

LPM/designer